
A fotografia analógica tem um papel de destaque na produção do filme brasileiro recente “O Agente Secreto”, dirigido por Kleber Mendonça Filho (2025) e estrelado por Wagner Moura, contribuindo para a estética visual e o contexto histórico da trama. O filme se passa em 1977, durante a ditadura militar no Brasil.
Foram usados os filmes Kodak 500 T (coloridos) e os Ilford HP5 e o responsável pelos Stills da produção foi o Victor Jucá. Além das fotos de divulgação, muitas dessas fotos autênticas usando tecnologia do passado foram integradas ao filme, fazendo parte da própria história. A foto mais ícone do filme, do Wagner Moura atendendo uma ligação no orelhão foi feita de improviso, durante a produção em locação o telefone tocou e ele foi atender e Jucá atento fez vários cliques. Um deles acabou se tornando o pôster e a cara do filme!


Revelação
E os filmes 35mm foram revelados no laboratório Pura Arte de Recife, com o relato interessantíssimo do Harrison Full!
Fotografia com filme e cinema, somado a premiações? A vida presta sim! Premiado em Cannes, no Globo de ouro e em outras dezenas de premiações, o filme representa a produção nacional sem queimar o filme! (não literalmente, pois pelo relato do Harrison do lab alguém abriu a câmera com o filme dentro).
Vamos descobrir qual ou quais câmeras Jucá usou neste projeto?
O filme O Agente Secreto com Wagner Moura
Em 1977, Marcelo trabalha como professor especializado em tecnologia. Ele decide fugir de seu passado violento e misterioso se mudando de São Paulo para Recife com a intenção de recomeçar sua vida. Marcelo chega na capital pernambucana em plena semana de Carnaval e percebe que atraiu para si todo o caos do qual ele sempre quis fugir. Para piorar a situação, ele começa a ser espionado pelos vizinhos. Inesperadamente, a cidade que ele acreditou que o acolheria ficou longe de ser o seu refúgio.
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